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O salário cai, o consignado leva uma parte enorme e o mês inteiro precisa caber no que sobrou.

Para muitos servidores públicos e militares do Estado do Rio de Janeiro, essa situação já virou rotina.

Mas existe um ponto importante: o desconto de empréstimos no contracheque não pode ser analisado ignorando o mínimo necessário para a pessoa viver e manter suas despesas básicas.

A margem consignável e as regras de proteção ao consumidor existem justamente para colocar limites nesse comprometimento.

Quando os descontos se tornam excessivos e começam a afetar gastos essenciais, como moradia, alimentação, saúde e despesas da família, o caso pode precisar de uma análise mais cuidadosa.

A Lei do Superendividamento e decisões dos tribunais podem, dependendo da situação concreta, servir de fundamento para buscar uma reorganização dos pagamentos e preservar o mínimo necessário para viver.

Ou seja: ter uma dívida não significa que você precisa aceitar qualquer impacto no seu contracheque.

Se você é servidor ou militar do RJ e percebeu que os consignados estão consumindo uma parcela muito alta da sua remuneração, vale entender exatamente o que está sendo descontado, qual regra se aplica ao seu caso e quais caminhos existem.

📲 Se o seu contracheque ficou praticamente comprometido pelos consignados, fale com nossa equipe para uma análise do seu caso.

👉 Quanto do seu contracheque já chegou a ficar comprometido com consignado?

📲 Compartilhe este post no grupo dos servidores. Pode ter alguém passando por isso sem saber por onde começar.

Queiroz e Andrade Advogados
Defendendo os direitos de quem serve à sociedade.

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